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CASO QUEIRA, VEJA AS SEGUINTES MATÉRIAS INTERESSANTES ABAIXO OU CLIQUE EM DIÁRIO NO MENU ACIMA: 1- Crise Nuclear Coreana Assusta Mundo 2-Meu Perfil em Elaboração
3-A infidelidade feminina prenuncia uma nova moral? 4-CTB:“O Capital Financeiro Deve Pagar a Conta da Crise”
5-A Argentina enfrenta os barões da mídia! 6-Cuba, 50 anos de Revolução Socialista (1)
7-Carta dos Movimentos Sociais ao Presidente Lula! 8-Gasto público a cortar: o com pagamento de juros
9-Mídia:Trabalhadores X Império e Classes Dominantes
********************************************** NOTA DA CORÉIA DO NORTE SOBRE O TESTE NUCLEAR, INSTALAÇÃO E LANÇAMENTO DE MÍSSEIS, ENQUANTO O "MUNDO ESTÁ EM POLVOROSA
Os EUA, na guerra da Coréia (1950-1953), arrasaram e queimaram com bombas de napalm todas cidades do norte no todo ou quase totalmente. Mataram milhões. Há anos, com apoio dos aliados, Coréia do Sul e Japão, vivem ameaçando a República Popular Democrática da Coréia (RPDC ou Coréia do Norte), e querem impedir que ela exerça o direito de defender e proteger o seu povo e país. Promovem exercícios militares conjuntos com a Coréia do Sul na fronteira com a do Norte. Juntamente com a Coréia do Sul e o Japão, estão armados até os dentes, inclusive com armas nucleares apontadas para a Coréia do Norte e fazendo exercícios em águas próximas da RPDC. Não bastasse tudo isso, ainda condenaram a RPDC, via manipulação da ONU, por fazer um teste espacial, um direito de qualquer outro país.
Diante disso, a RPDC saiu da mesa de negociações com EUA, Japão, Coréia do Sul, China e Rússia, as quais não lhe viam trazendo nada de positivo. Continuou seu programa atômico voltado para defesa do país e para convencer os EUA a não atacá-la novamente e a respeitá-la. Fez um recente teste atômico, pois a Coréia do Norte sabe que quem tem bomba nuclear não é atacado militarmente, inclusive pelos EUA! Deslocou tropas e instalou mísseis na fronteira com a Coréia do Sul. Testou mísseis. Declarou que as posturas dos EUA levaram-na a concluir que não há mais trégua entre RPDC e EUA. E fez tudo isso objetivando não agredir nem EUA, Coréia do Sul e Japão. E, sim, para estar preparada para se defender se agredida em termos militares.
Ante esses fatos, de um lado, como sempre, a grande mídia não mostra a versão da RPDC. De outro lado, todos os que buscam entender melhor a questão nuclear e a realidade na região têm interesse em saber o que de fato ocorre. Afinal, o mundo está ameaçado com esta crise nuclear! E a Nota da RPDC ajuda a compreender o assunto. Ei-la na íntegra:
RPDC TEM DIREITO SOBERANO AO DESENVOLVIMENTO DE SUA DEFESA
A política internacional de duplo sentido dos EUA é evidente. Enquanto esse país armazena milhares de ogivas nucleares, realizando testes dentro e fora de seu território, e sendo a única nação que usou armas nucleares contra outros povos, acusa a RPDC de 'provocação', de 'nação perigosa e de agir contra a opinião pública internacional'.
Outras potências nucleares, como França ou Israel, realizam ensaios de magnitude muito maior e de forma regular, sem receber nenhum tipo de condenação.
O problema é que a 'opinião pública internacional' é uma metáfora, que na realidade se refere à propaganda imperialista e unilateral dos EUA, que crê ter a primazia de representar a voz de todos os povos e de ter o direito de impor sua cultura e economia ao restante das nações.
As resoluções do Conselho de Segurança da ONU não importam em absoluto à RPDC, que considera tais estamentos uma desculpa das superpotências para justificar seus próprios planos políticos-estratégicos (como a invasão do Iraque ou a própria Guerra da Coréia).
Como conseqüência do comunicado do Conselho de Segurança de 13/04/09, em que se condenava o lançamento do satélite artificial civil Kwanmyongsong-2, nosso Ministério de Relações Externas declarou nulas as conversações multilaterais de seis partes, já que considerou absurdo prosseguir em conversações de aproximação com os EUA, enquanto estes seguiam impondo sanções e violando o direito básico de nossa república.
Os EUA devem saber que a RPDC jamais se submeterá a um processo de subordinação. Os EUA devem aprender a respeitar e tratar como igual o nosso governo. A RPDC deseja a paz, mas não se ajoelhará ante os EUA para consegui-la. O Exército e o povo deste país estão preparados tanto para a paz como para a guerra.
As sanções dos EUA são tão antigas quanto a criação da RPDC. Nosso país viveu sob sanções contínuas e pode seguir com elas.
A Guerra da Coréia, entre os EUA e a RPDC, deteve-se após a assinatura do armistício de 27/07/53. Isto representa que as duas nações se encontram, todavia, tecnicamente em guerra. O governo da RPDC tenta há muitos anos substituir o acordo de trégua por um tratado de paz definitivo, mas o governo americano se negou até hoje.
Isso só acontece porque o governo dos EUA se reserva ao direito de voltar a invadir o norte da Coréia, sendo assim, qualquer campanha propagandística da administração Obama será completamente ignorada se não estiver fundamentada em tentativas reais de aproximação.
Como se observou regularmente por meio das agências de notícias oficiais, o desenvolvimento nuclear da RPDC é puramente defensivo e dissuassivo, e isso demonstrou ser a única salvaguarda do país frente à agressão imperialista (lembremos como o ex-presidente Bush passou de uma postura bélica a uma política de aproximação em seus últimos anos de mandato após a RPDC ter se declarado um Estado nuclear).
Os EUA são os primeiros interessados em que a RPDC não tenha tecnologia nuclear, já que temem que este material possa ser vendido a outros países e organizações.
A RPDC é uma nação muito mais estável e unida que os EUA, por isso não existem atos terroristas ou possibilidades de infiltração científica, e é nossa política invariável o repúdio ao terrorismo e à facilitação de tecnologia nuclear a terceiros.
A RPDC recorda que os EUA são os primeiros produtores e exportadores de armas no mundo. Que financiaram dezenas de guerrilhas e invasões ilegais e que têm literalmente ocupada a Coréia do Sul, desde 1953, com suas bases militares, estacionando nelas mais de 30 mil soldados, submarinos, bombardeiros e navios com mísseis nucleares.
São os EUA os únicos que ameaçam a paz na península Coreana, ainda assim tentam criminalizar a RPDC, evadindo-se de suas responsabilidades.
Enquanto os EUA continuarem sua política externa de arrogância e pressão, a RPDC continuará seu próprio caminho, realizando tantos testes defensivos de mísseis e nucleares quanto forem precisos.
Fonte: Vermelho, em 25/06/09.
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PERFIL EM ELABORAÇÃO
I- Em termos raciais, muitos dizem que sou moreno, moreno escuro, moreninho, moreninho escuro, pardo, pardo escuro, pardo claro, meio pardo, quase pardo, marrom, marronzinho, escuro, escurinho, preto, pretinho, etc. Via de regra, não dizem o que realmente sou: NEGRO, AFROBRASILEIRO, AFRODESCENDENTE. Isso, em virtude do racismo brasileiro, no qual muitos, inclusive dentre os próprios negros, ainda não adquiriram uma consciência racial suficientemente progressista.
II- No que tange às minhas atividades políticas, estou há mais de 31 anos, na luta por um Brasil Socialista: com liberdade, independência nacional, progresso, justiça social e respeito à natureza.
III- No que se relaciona à minha formação acadêmica, cabe destacar: a) Engenharia Química pela UFPR; b) Um ano de pós-graduação em Tecnologia de Alimentos na UFPR; c) História quase concluído (UNB/DF e UFPR); d) Inglês razoável e Português bem falado e escrito.
IV- No que concerne à formação extra-acadêmica, cabe citar: a) Estudioso e praticante da filosofia “Materialista Dialética” e do método científico conhecido por “Materialismo Histórico”; b) Um pouco conhecedor de Esperanto, idioma concebido para ser universal, mas pouco conhecido.
V- No que diz respeito às atividades profissionais: a) Atualmente, Servidor Público do Judiciário Federal;
b) Outrora, fui: 1. Operário, como bóia-fria, dos 5 anos até os 15, e operário em indústria de papel e celulose; 2. Trabalhador em laboratório e na área administrativa de indústrias; 3. Comerciário; 4. Quando estudante, professor particular de todas disciplinas de 1º e 2º graus e de várias do 3º; 5. Professor de Matemática, Química e Física em escolas privadas antes de trabalhar no Judiciário.
VI- Sou solteiro. Namoro mulher. Não tenho filhos. Moro em Curitiba/PR. Nasci em Araguari/MG. E Residi em Irara/MG, Uberaba/MG, São Sebastião do Paraíso/MG, Martim Francisco/SP, Mogi Guaçu/SP, Plano Piloto/DF e Cruzeiro Novo/DF. **********************************************
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CARTA DA CTB: “O CAPITAL FINANCEIRO DEVE PAGAR A CONTA DA CRISE”
A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) divulgou um documento que conclama o movimento sindical à mobilização unitária para impedir que o ônus da desordem econômica seja transferido ao povo trabalhador. Rechaça as dietas recessivas recomendadas pelos neoliberais. Aponta o caráter capitalista da crise. E sugere que só o socialismo trará uma resposta progressista e definitiva para os problemas.
Leia, abaixo, a íntegra da nota:
“O CAPITAL FINANCEIRO DEVE PAGAR A CONTA DA CRISE” A crise que abala o sistema capitalista internacional, irradiada dos Estados Unidos, já chegou ao Brasil. A economia nacional é afetada pela redução do crédito, principalmente para as exportações e agricultura, desvalorização do real e aumento conseqüente da inflação, declínio das bolsas, juros mais altos para o consumidor, queda na venda de veículos e materiais de construção e recuo do consumo. Predomina a expectativa de uma forte desaceleração do crescimento do PIB em 2009, o que terá repercussões negativas para as classes trabalhadoras.
A crise decorre de contradições intrínsecas do sistema capitalista, agravadas pelo neoliberalismo, que estimulou o excesso de ganância das transnacionais e desregulamentou o sistema financeiro, abrindo caminho à especulação desenfreada.
Todavia, os responsáveis pela crise (governos e capitalistas das grandes potências) apressam-se a tomar medidas para livrar a cara dos ricos, banqueiros e especuladores, preservar os lucros do capital financeiro e transferir todo o ônus à classe trabalhadora e aos povos e nações mais pobres.
Nota-se, nas campanhas salariais em curso, que o patronato já está utilizando a crise como pretexto para exacerbar a intransigência nas campanhas salariais. A direita neoliberal prega novos cortes nos gastos e investimentos públicos e setores do próprio governo falam em adiar o pagamento de aumentos salariais já concedidos ao funcionalismo e congelar novas contratações. Querem que, mais uma vez, os trabalhadores e trabalhadoras paguem a conta da crise do capitalismo.
O movimento sindical e as classes trabalhadoras brasileiras não devem se dar ao luxo de contemplar passivamente o desenrolar da crise, pois esta constitui uma série ameaça às modestas conquistas obtidas pelo povo brasileiro desde a eleição do presidente Lula, em 2002.
A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) conclama as demais centrais sindicais a reforçar sua unidade, debater imediatamente o tema e elaborar uma posição conjunta, que deve ser bandeira da 5ª Marcha convocada para 3 de dezembro em Brasília e também um tema central do Fórum Social Mundial, que será realizado em Belém no início de 2009.
As classes trabalhadoras devemm se pronunciar numa só voz em defesa dos seus direitos e interesses, do crescimento econômico sustentável, do emprego, do desenvolvimento nacional com soberania e valorização do trabalho, rechaçando a dieta recessiva que os ideólogos neoliberais recomendam aos mais pobres (e não aos ricos) e exigindo que o capital financeiro, e não o povo trabalhador, pague a conta amarga da crise.
A CTB considera que um outro caminho na abordagem da crise é possível, necessário e urgente. Neste sentido, defende: 1- Mudanças imediatas na política econômica, corte nas despesas com juros e o fim do superávit primário; redução dos juros; rigoroso controle sobre os fluxos de capitais estrangeiros; fim do câmbio flutuante;
2- Taxação das remessas de lucros e dividendos, que hoje constituem a principal causa do preocupante crescimento do déficit em conta corrente;
3- Aprofundar o processo de integração da América Latina: fortalecer o Mercosul, a Alba (Alternativa Bolivariana para as Américas) e a Unasul; retirar as divisas das reservas aplicadas em títulos do governo Bush para investir na criação do Banco do Sul; caminhar na direção de uma moeda única sul-americana, excluindo o dólar no comércio entre os países da região;
4- Garantir preço mínimo, crédito subsidiado, refinanciamento da dívida e maior apoio ao agricultor familiar;
5- Ampliar os investimentos públicos com os recursos provenientes do fim do superávit primário e redução das taxas de juros que balizam a remuneração dos títulos públicos; priorizar gastos com infra-estrutura, reforma agrária e agricultura familiar, educação, saúde, cultura, esporte e servidores; fortalecer o mercado interno;
6- Reforçar a intervenção do Estado sobre a economia nacional e, em particular, submeter o ramo financeiro a rigoroso controle público;
7- Exigir do governo Lula um pronunciamento firme a favor de uma nova ordem econômica mundial, fraterna, solidária e justa;
8- Lutar por uma reforma tributária orientada pelo princípio da progressividade e justiça social, acabando com a renúncia fiscal para os bancos e taxando mais fortemente, grandes fortunas e propriedades, a especulação e o capital financeiro;
9- Propor a realização de uma audiência pública na Comissão de Trabalho da Câmara Federal sobre impactos e soluções para a crise;
10- Coibir as demissões e garantir maior estabilidade no emprego, ratificando a Convenção 158 da OIT;
11- Esclarecer a classe trabalhadora brasileira sobre a natureza e o caráter capitalista e neoliberal da crise, apontando o socialismo como a única saída definitiva e progressista para as crises do capitalismo e os males delas decorrentes.
São Paulo, 17 de Outubro de 2008
Direção Executiva da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil(CTB)
Fontes: Portal Vermelho(www.vermelho.org.br) e Portal da CTB(www.ctb.org.br)
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NOTA DA CORÉIA DO NORTE SOBRE O TESTE NUCLEAR, INSTALAÇÃO E LANÇAMENTO DE MÍSSEIS, ENQUANTO O "MUNDO ESTÁ EM POLVOROSA
Os EUA, na guerra da Coréia (1950-1953), arrasaram e queimaram com bombas de napalm todas cidades do norte no todo ou quase totalmente. Mataram milhões. Há anos, com apoio dos aliados, Coréia do Sul e Japão, vivem ameaçando a República Popular Democrática da Coréia (RPDC ou Coréia do Norte), e querem impedir que ela exerça o direito de defender e proteger o seu povo e país. Promovem exercícios militares conjuntos com a Coréia do Sul na fronteira com a do Norte. Juntamente com a Coréia do Sul e o Japão, estão armados até os dentes, inclusive com armas nucleares apontadas para a Coréia do Norte e fazendo exercícios em águas próximas da RPDC. Não bastasse tudo isso, ainda condenaram a RPDC, via manipulação da ONU, por fazer um teste espacial, um direito de qualquer outro país.
Diante disso, a RPDC saiu da mesa de negociações com EUA, Japão, Coréia do Sul, China e Rússia, as quais não lhe viam trazendo nada de positivo. Continuou seu programa atômico voltado para defesa do país e para convencer os EUA a não atacá-la novamente e a respeitá-la. Fez um recente teste atômico, pois a Coréia do Norte sabe que quem tem bomba nuclear não é atacado militarmente, inclusive pelos EUA! Deslocou tropas e instalou mísseis na fronteira com a Coréia do Sul. Testou mísseis. Declarou que as posturas dos EUA levaram-na a concluir que não há mais trégua entre RPDC e EUA. E fez tudo isso objetivando não agredir nem EUA, Coréia do Sul e Japão. E, sim, para estar preparada para se defender se agredida em termos militares.
Ante esses fatos, de um lado, como sempre, a grande mídia não mostra a versão da RPDC. De outro lado, todos os que buscam entender melhor a questão nuclear e a realidade na região têm interesse em saber o que de fato ocorre. Afinal, o mundo está ameaçado com esta crise nuclear! E a Nota da RPDC ajuda a compreender o assunto. Ei-la na íntegra:
RPDC TEM DIREITO SOBERANO AO DESENVOLVIMENTO DE SUA DEFESA A política internacional de duplo sentido dos EUA é evidente. Enquanto esse país armazena milhares de ogivas nucleares, realizando testes dentro e fora de seu território, e sendo a única nação que usou armas nucleares contra outros povos, acusa a RPDC de 'provocação', de 'nação perigosa e de agir contra a opinião pública internacional'.
Outras potências nucleares, como França ou Israel, realizam ensaios de magnitude muito maior e de forma regular, sem receber nenhum tipo de condenação.
O problema é que a 'opinião pública internacional' é uma metáfora, que na realidade se refere à propaganda imperialista e unilateral dos EUA, que crê ter a primazia de representar a voz de todos os povos e de ter o direito de impor sua cultura e economia ao restante das nações.
As resoluções do Conselho de Segurança da ONU não importam em absoluto à RPDC, que considera tais estamentos uma desculpa das superpotências para justificar seus próprios planos políticos-estratégicos (como a invasão do Iraque ou a própria Guerra da Coréia).
Como conseqüência do comunicado do Conselho de Segurança de 13/04/09, em que se condenava o lançamento do satélite artificial civil Kwanmyongsong-2, nosso Ministério de Relações Externas declarou nulas as conversações multilaterais de seis partes, já que considerou absurdo prosseguir em conversações de aproximação com os EUA, enquanto estes seguiam impondo sanções e violando o direito básico de nossa república.
Os EUA devem saber que a RPDC jamais se submeterá a um processo de subordinação. Os EUA devem aprender a respeitar e tratar como igual o nosso governo. A RPDC deseja a paz, mas não se ajoelhará ante os EUA para consegui-la. O Exército e o povo deste país estão preparados tanto para a paz como para a guerra.
As sanções dos EUA são tão antigas quanto a criação da RPDC. Nosso país viveu sob sanções contínuas e pode seguir com elas.
A Guerra da Coréia, entre os EUA e a RPDC, deteve-se após a assinatura do armistício de 27/07/53. Isto representa que as duas nações se encontram, todavia, tecnicamente em guerra. O governo da RPDC tenta há muitos anos substituir o acordo de trégua por um tratado de paz definitivo, mas o governo americano se negou até hoje.
Isso só acontece porque o governo dos EUA se reserva ao direito de voltar a invadir o norte da Coréia, sendo assim, qualquer campanha propagandística da administração Obama será completamente ignorada se não estiver fundamentada em tentativas reais de aproximação.
Como se observou regularmente por meio das agências de notícias oficiais, o desenvolvimento nuclear da RPDC é puramente defensivo e dissuassivo, e isso demonstrou ser a única salvaguarda do país frente à agressão imperialista (lembremos como o ex-presidente Bush passou de uma postura bélica a uma política de aproximação em seus últimos anos de mandato após a RPDC ter se declarado um Estado nuclear).
Os EUA são os primeiros interessados em que a RPDC não tenha tecnologia nuclear, já que temem que este material possa ser vendido a outros países e organizações.
A RPDC é uma nação muito mais estável e unida que os EUA, por isso não existem atos terroristas ou possibilidades de infiltração científica, e é nossa política invariável o repúdio ao terrorismo e à facilitação de tecnologia nuclear a terceiros.
A RPDC recorda que os EUA são os primeiros produtores e exportadores de armas no mundo. Que financiaram dezenas de guerrilhas e invasões ilegais e que têm literalmente ocupada a Coréia do Sul, desde 1953, com suas bases militares, estacionando nelas mais de 30 mil soldados, submarinos, bombardeiros e navios com mísseis nucleares.
São os EUA os únicos que ameaçam a paz na península Coreana, ainda assim tentam criminalizar a RPDC, evadindo-se de suas responsabilidades.
Enquanto os EUA continuarem sua política externa de arrogância e pressão, a RPDC continuará seu próprio caminho, realizando tantos testes defensivos de mísseis e nucleares quanto forem precisos. Fonte: Vermelho, em 25/06/09.
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